sábado, 20 de janeiro de 2018

Provavelmente

“Provavelmente os piores erros da nossa vida, são aqueles que não cometemos.”


Canção Para Ti- Janeiro
 
Sabes quando o amor acaba
E tu não tens nada a dizer
Ninguém sabe ainda da desgraça
Só tu sabes e era melhor não saber

Como lidas com tal coisa
Se o coração parou, se a paixão nos deixou
E nunca mais contes com um beijo
Com tanto desejo, daquelas noites de prazer

Guardei aqui esta canção para ti
Para te dar no dia em que acaba p’ra mim
É com pena minha que te vais assim
Nunca te esqueças de mim

E sabes quando o amor acaba
E tu não tens nada a dizer
Dizes que te ocupas com os livros
Mas tu nem sabes como viver

Como lidas com tal coisa
Não saber para onde ir, não saber o que sentir
E não ter a certeza se um dia
Como por magia o amor irá aparecer

Guardei aqui esta canção para ti
Para te dar no dia em que acaba para mim
É com pena minha que te vais assim
Nunca te esqueças de mim

Sei de quem tenha mudado alguém
Mas nunca para melhor
Sempre para o lado que lhe convém

E tu quiseste mudar alguém
E não foi para pior
Foi para o lado que te convém

Guardei aqui esta canção para ti
Para te dar no dia em que acaba p’ra mim
É com pena minha que te vais assim
Nunca te esqueças de mim

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Seja onde for



Tiago Bettencourt - Se Me Deixasses Ser

Se me deixasses ser
O sítio onde podes voltar
Depois do dia entardecer
Ou quando a noite te agarrar
O corpo forte de ficar
A casa de permanecer
A casa para regressar
Se me deixasses ser
Seja onde for

Se o filme fosse meu
Na luta contra o mal
Tudo o que te faz doer
Morria no final
Quando o escuro não passar
E te cega como uma prisão
Vou-te resgatar
Lavar o coração
Se me deixasses ser
Se fosse eu a mandar
Fazia-te ver

Frente ao precipício
Juntos pela mão
Se hoje queres saltar
Eu quero ser razão
Se hoje queres saltar
Eu quero ser razão

Se me fizesses crer
No sitio onde posso voltar
Para um dia entardecer
Ou quando a noite descansar
Na casa de permanecer
Na pedra que fazemos chão
Para me rever
Lavar o coração
Se me fizesses crer
Se fosse eu a mandar
Fazia-te ver

Frente ao precipício
Juntos pela mão
Se hoje queres saltar
Eu quero ser razão

Se hoje queres saltar
Eu quero ser razão

Se hoje queres saltar
Eu quero ser razão

Se hoje queres saltar
Eu quero ser razão

sábado, 6 de janeiro de 2018

Memórias de alguém

Alguns passados são sinónimo de retrocesso   


Matay - O Que Tu Dás

Sinto-te a passar, sem te ver
Quero-te agarrar, para te ter
Sei bem como és, mas queria saber


Diz-me de uma vez o que ei de fazer
Diz-me de uma vez o que ei de fazerSão sonhos que trago agora
Neste desejo de te abraçar
São sonhos que vão embora
Porque não sei se queres voltar
Nunca ninguem me deu o que tu dás
Deixemos o passado para trás
Porque nem tudo foi assim tão mau
Eu só te quero e desespero quero-te só para mim
Nunca te menti
Eu bem sei
Fiz tudo por ti
E tudo te dei
São sonhos que trago agora
Neste desejo de te abraçar
São sonhos que vão embora
Porque não sei se queres voltar
Nunca ninguem me deu o que tu dás
Deixemos o passado para trás
Porque nem tudo foi assim tão mau
Eu só te quero e desespero quero-te só para mim
Só queria que me dissesses o que ficou por dizer
Ou no fundo que me desses o que nos falta viver
Tudo aquilo que me lembro
É o que me levou, para longe de ti
Nunca ninguem me deu o que tu dás
Deixemos o passado para trás
Porque nem tudo foi assim tão mau
Eu só te quero e desespero quero-te só para mim

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Alma Despida





Tatanka-De Alma Despida

Quando te conheci
Eu pensei cá para mim,
Que eras o meu grande amor
Ficava perfeito em mim,
o tanto que há de ti,
Esqueci-me até de quem sou

Eu sei que valeu a pena,
Mas sei que não quero mais.
Eu confesso:

Ai, de alma despida amor
Ai, de alma despida
Ai, se duro uma vida
Essa dor que afogo no rio
Onde tu te lavas

Eu tatuei-me em ti, vivi fora de mim
Senti finalmente o esplendor
Sabia de cor os ais, as penas capitais
A noite, a malícia, o fervor

Eu sei, que às vezes não presto,
Mas sei, menos com menos é mais,
Eu confesso

Ai, de alma despida amor
Ai, de alma despida
Ai, quem cura a ferida
Deste fim de vida vivida,
Que ainda mal começou

Oh, eu sei que às vezes não presto,
Mas sei, menos com menos é mais.
Eu confesso:

Ai, de alma despida amor
Ai, de alma despida
Ai, de alma despida amor
Ai, de alma despida
Ai, quem cura a ferida
Neste fim de vida vivida... hmm
Que ainda mal (mal)

Mal... Começou!